O aguaí, chapéu-de-napoleão ou semente elétrica, tem uma semente que emite uma vibração contínua que pode ser captada por processos radiestésicos. Quando se utiliza um pêndulo ou um aurômetro (aparelho empregado para medir a energia dos corpos), pode-se notar que as sementes manifestam uma atividade constante.
As sementes de Aguaí têm um valor excepcional por sua composição química e pela energia que emanam. O aguaí emite vibrações que transmitidas para o homem, produzem um equilíbrio completo, resolvendo conflitos e protegendo a saúde em geral, garante o doutor.
Pesquisando, estudando e fazendo experiências, o médico e terapeuta macrobiótico Henrique Smith chegou à conclusão de que, em contato com o corpo, as sementes poderiam atrair as energias vitais humanas.


Para que as vibrações positivas prossigam, recomenda-se que a semente seja usada constantemente junto ao corpo, guardada num saquinho algodão ou seda natural. Já para ter o equilíbrio psíquico, é imprescindível voltar-se também à natureza e ter uma alimentação mais balanceada.
Basicamente, por emitir frequências corretas e constantes, o aguaí reequilibra ou faz parte de tratamento de reequilíbrio físico e mental.
A semente de Aguaí (Thevitia peruviana) emite vibrações energéticas, por causa de sua composição química. Muitos indígenas sabem desses benefícios e usam uma tornozeleira com sementes ao saírem para o mato para não serem picados por aranhas ou cobras.


Algumas pessoas, quando seguram a semente na palma da mão e fecham, sentem uma vibração. Colocada no bolso ou num colar, ela alivia as dores do corpo. Colocadas juntas na entrada da casa, não permitem a entrada insetos. Os agricultores colocam nos armazéns de grãos para proteger de pragas.
Esta semente tem um processo radiestésico e suas vibrações penetram no corpo humano refazendo a aura energética, aliviando as dores, combatendo doenças, restabelecendo o equilíbrio psíquico e o bem estar físico. Pode ser usada em saquinhos, colocadas sobre o corpo ou ainda fazer um colar para insônia, dores reumáticas, cólicas e estresse, mas nunca para serem ingeridas.


É uma planta arbustiva, de textura lenhosa, e folhagem e floração ornamental e perfumada, porém muito tóxica. As folhas têm formato linear, são coriáceas, brilhantes, com pecíolos curtos e nervura central bem marcada, de tonalidade mais clara. As flores são muito bonitas, tubulares, perfumadas, de coloração laranja ou amarela. Ocorrem ainda variedades de flores brancas ou róseas. Os frutos são do tipo drupa e muito atrativos, de formato globoso como uma castanha, com duas a quatro sementes grandes no seu interior.


Com podas de formação, o aguaí adquire forma compacta, e presta-se como arbusto isolado, em pequenos grupos ou como cerca-viva. Apesar de ser arbustivo, pode ser conduzido como arvoreta, com caule único e porte de 3 a 4 metros. Desta forma presta-se para pequenos espaços como calçadas estreitas e pátios residenciais. Também pode ser plantado em vasos.
A ingestão de qualquer parte da planta provoca intoxicações com sintomas semelhantes à intoxicação por Espirradeira (Nerium oleander), que vão desde vômitos, salivação, queimaduras na pele e mucosas.
Aprecia clima quente, mas pode ser cultivada em regiões de clima frio, desde que fique em ambientes protegidos no inverno. Multiplica-se por sementes e por estaquia. As sementes necessitam de quebra de dormência em água quente para poderem brotar.


O Aguaí ou Chapéu de Napoleão, como é mais conhecida esta planta própria para jardim, da família das Apocinaceas, recebe muitos nomes entre eles: Thevetia neriifolia, Thevetia peruviana ou Thevetia Ahouai e é encontrado no Brasil, do Ceará até o território das Guianas.
Contêm glicosídios cardiotônicos, análogos a digitoxina e a digoxina, usadas na medicina como fonte de fortalecimento do coração e restabelecimento do ritmo cardíaco.
Tirada dos frutos e postas de molho na água, descobriu-se que uma mesma árvore tinha sementes femininas que boiavam e masculinas, que permaneciam no fundo da água. Usando um pêndulo sobre as sementes, perceberam que este, sobre as masculinas, adquiriu movimento no sentido horário e, sobre as femininas, ao contrário.

Noz da Índia versus Aguaí
Existe uma grande confusão entre as duas sementes, por serem muito parecidas e muitas vezes uma é vendida como sendo a outra.


A Noz da Índia (Aleurites moluccana) age no aparelho digestivo e tem propriedade laxativa e vem sendo usada para emagrecer. Neste caso, apenas a semente da noz é tóxica e quando cozida ela perde a toxidade. Na Índia, ela também é usada como tempero. Por ser importada, o produto é vendido por um preço elevado.
O aguaí, Thevetia peruviana, popularmente conhecida como Chapéu de Napoleão é muito utilizada na ornamentação em ruas e praças no Brasil. A planta é altamente tóxica, da raiz à semente. Com aspectos visuais parecidos com a noz da Índia, a semente encontrada dentro do fruto do chapéu de Napoleão começou a ser comercializada no Brasil como se fosse a outra.
O Chapéu de Napoleão tem ação cardiotônica e age na condução dos estímulos cardíacos e na força de contração do músculo, mas é toxico se não for bem manipulado. Se associado à outra medicação, como um diurético por exemplo, pode causar uma parada cardíaca e levar até a morte. Náuseas, vômitos e dores musculares são também relacionadas à intoxicação por Chapéu de Napoleão.
Quando o Chapéu de Napoleão ainda está com a casquinha que o envolve é ainda mais difícil a diferenciação. As diferenças são sutis e, para evitar problemas, o melhor é adquirir as suas Nozes da Índia de fornecedor confiável. Sempre, antes de usar um produto natural, as pessoas precisam aprender a procurar quem realmente entende do assunto e também sempre comprar de um fornecedor seguro.
Como o Chapéu de Napoleão é facilmente encontrado, pois é usado como planta ornamental, a sua noz pode ser vendida a um preço bem mais baixo que a real Noz da Índia. Os consumidores são enganados e o pior, ainda colocam em risco a saúde de quem compra o produto.
Assim, por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi então proibida em todo o território nacional, a fabricação, a comercialização, a distribuição e a importação de Noz da Índia (Aleurites moluccanus) e do Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana) como insumos em medicamentos, alimentos e em quaisquer formas de apresentação. A resolução está disponível no Diário Oficial da União de 07/02/2017.
A Anvisa tomou como base para a sua decisão as evidências de toxicidade e a ocorrência de três casos de óbitos no Brasil associados ao consumo de Noz da Índia (Aleurites moluccanus) de procedência duvidosa.
Os produtos denominados ou constituídos de “Noz da Índia” têm sido comercializados e divulgados irregularmente com indicações de emagrecimento, por suas propriedades laxativas. Nunca houve registro na Anvisa de produtos à base desses dois insumos (Noz da Índia e Chapéu de Napoleão).

Comments are closed.